¡Feliz Ano Novo!

Rita Rabello compartilha conosco como todo o universo Web3 foi utilizado no âmbito do carnaval carioca mais famoso do mundo e comenta os avanços em termos de marco legal e segurança que o Brasil está desenvolvendo para promover o crescimento e a adoção em massa da economia descentralizada.
Feliz Ano Novo

No Brasil existe um ditado que diz que o ano só começa depois do Carnaval. Seguindo a mesma linha da cultura popular brasileira, na CryptoConexión aproveitamos para lançar nosso novo canal de notícias, o Conecta Brasil, após as festas e com o início do “ano brasileiro”.

A partir de hoje, teremos uma newsletter semanal com os principais acontecimentos que movimentam o mercado cripto no Brasil.



  • As diversas experiências Web3 e a construção de metaversos no carnaval do Rio de Janeiro são mais um exemplo de que o Brasil está à frente na América Latina em termos de aplicativos do mundo descentralizado.
  • Brasil faz modificações no Marco Legal dos Criptoativos no país e atribui nova responsabilidade ao Banco Central.
  • E, finalmente, Rita nos conta sobre os novos avanços na segurança das transações blockchain em seu país.

E falando em carnaval, teve bloco para entusiastas de cripto na rua e também no metaverso. 

A Upland, em sua plataforma blockchain no metaverso da recém-lançada cidade do Rio de Janeiro, organizou seu primeiro carnaval em experiência imersiva. E estreou em grande estiloem parceria com nada mais nada menos que  uma das maiores e mais tradicionais escolas de samba do Rio de Janeiro, a Mangueira. A réplica digital da quadra da Mangueira foi construída na Upland, no mesmo endereço da quadra do mundo real, fazendo com que a escola de samba  tornasse a primeira entidade carnavalesca com território marcado na web3. Lá, os visitantes têm acesso a conteúdos audiovisuais exclusivos, como o documentário do making of do desfile deste ano com imagens dos ensaios, fantasias, alegorias, personagens e todos os detalhes dos bastidores. Os Uplanders proprietários de terrenos nas cidades da plataforma também puderam mintar NFTs de fantasias e ornamentos inspirados nos temas do desfile da Mangueira deste ano para decorar suas propriedades no metaverso.

Aos 95 anos, a Mangueira segue fazendo jus a seu nome, Estação Primeira, agora também no metaverso; se tornando a senhora mais jovem do carnaval, a pioneira da web3.

Já o “Bloco Chain”, o primeiro bloco de carnaval para os  amantes de cripto, saiu no  Rio de Janeiro do mundo físico. Nos jardins do Museu da República, foliões sambaram com direito a fantasias temáticas como, moeda de bitcoin, Faraó do Bitcoin e Sam Bankman-Fried, ex-CEO da falida FTX. Os participantes puderam mintar um NFT comemorativo do evento de graça direto  de um caixa eletrônico da rede Tezos, onde também havia outros NFTs temáticos de carnaval lançados pela rede.

Nos blocos carnaval,  a fantasia de Faraó do Bitcoin causou  muita diversão, mas fora do festival, as notícias foram bem ruins para os investidores que confiaram seu dinheiro a ele. A GAS Consultoria, empresa do Glaidson Acácio dos Santos – o Faraó dos Bitcoins decretou falência esta semana pela justiça do Rio de Janeiro.

Mal saiu do papel e a Lei n.º 14.478, de 21 de dezembro de 2022, conhecida como "Marco Legal dos Criptoativos, e já sofrerá alteração através do decreto que define a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) como órgão do mercado de criptoativos responsável por regular os emissores de criptoativos. Sejam eles empresas ou “entidades descentralizadas”, quando produtos ou serviços forem emissão de tokens/criptomoedas, trading de derivativos, ICOs, oferta inicial de exchanges e até produtos no estilo “Lauchpad". Já o Banco Central, será responsável pelos agentes financeiros do mercado: exchanges, carteiras, plataformas de empréstimo cripto e outros produtos e serviços afins.

O Banco Central e um consórcio de empresas de criptoativos e protocolos blockchain fizeram testes de transações com o Real digital em blockchain pública e plataformas descentralizadas, e concluíram que há segurança e compatibilidade com os parâmetros aceitáveis de rastreabilidade, privacidade e compliance do BC.

O consórcio formado pelo Mercado Bitcoin (MB) e pelo protocolo Stellar, simulou o pagamento de tokens, não necessariamente criptomoedas, com o Real digital, que permitiu a liquidação com baixo custo e quase em tempo real na plataforma da Stellar, que é de código aberto. Também foi feito todo o processo de cadastro e verificação de informações que fazem parte da política antifraude e de abertura de conta digital, com gestão de identidade digital descentralizada e ferramentas de validação, que mostrou atender as exigências regulatórias e a possibilidade de controle e rastreabilidade dos ativos, endereços, chaves de identidade.

Bom início de 2023 a todos! ¡Feliz Ano Novo!

Feliz Ano Novo
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